09 outubro 2009

O complô das empregadas.

Aqui em casa duas vezes na semana vem a doméstica pra fazer faxina, afinal, moro só e não tenho a mínima vocação pra vassourinha. Ela varre, engoma, separa e guarda as roupas, lava a louça, passa o pano, cozinha, espana, arruma, etc. Até aí tudo bem. Mas ela tem um verbo que insiste em usar que só de lembrar me arrepio: organizar. Mas isso não é uma coisa boa? Não mesmo, colega!

Ela simplesmente esconde tudo que supostamente tem um lugar especificado por você para colocar. É incrível e não é da POLISHOP! Porque essa ideia não facilita em nada a minha vida. Como é que um ser humano com 46 cromossomos tem a incrível habilidade de fazer isso? Fato é que, até o momento, não estou encontrando os atestados médicos que peguei graças a mothafucka virose da semana passada. Só tomara que ela não tenha jogado no lixo, igual a outra empregada que fez o favor de jogar todas as caixas e prontuários de Roacutan (bomba muito cara que cura qualquer moribundo infestado de espinha) que simplesmente me davam o livre/gratuito/free direito de, caso a acne reincidisse, pegar o retratamento.

Enfim, pensei melhor e vou dar um google na ficha criminal dessas suspeitas agora. Será que elas fizeram comunidade e tudo para me prejudicar? Orkut, ajudai-me!

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